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| (Foto: Nasa/JPL-Caltech) |
O robô é capaz de captar fotos coloridas por meio da câmera Mars Descent Imager (Mardi), que fica no chassi do veículo e registra tudo em uma resolução de 1.600 x 1.200 pixels, com cinco frames por segundo.
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| (Foto: Nasa/JPL-Caltech) |
Postado por Fabio Martins às 13:58 0 comentários
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Postado por Fabio Martins às 21:27 0 comentários
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Postado por Fabio Martins às 22:29 0 comentários
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Postado por Fabio Martins às 17:36 0 comentários
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Postado por Fabio Martins às 13:47 0 comentários
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Postado por Fabio Martins às 09:59 0 comentários
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Caso essa possibilidade se confirme, a história do planeta pode ter começado como um planeta habitável muito semelhante à Terra atual.
Semelhanças entre Terra e Vênus
Hoje, a Terra e Vênus são completamente diferentes. A Terra é um mundo luxuriante, repleto de vida, enquanto Vênus é literalmente infernal, com a sua superfície fervendo a temperaturas superiores às de um forno de cozinha.
Apesar das diferenças, os dois planetas partilham inúmeras semelhanças - por exemplo, eles têm praticamente o mesmo tamanho. Agora, graças à Vênus Express, os cientistas planetários estão verificando que há outras semelhanças.
"A composição elementar de Vênus e da Terra é muito semelhante", diz Hakan Svedhem, cientista da Vênus Express, referindo-se à quantidade de cada elemento químico presente nos dois planetas.
Águas de Vênus
Mas há também diferenças radicais, uma das quais salta à vista: Vênus tem muito pouca água.
Se a água dos oceanos terrestres fosse espalhada uniformemente pela superfície da Terra seria formada uma camada com 3 km de profundidade. Se todo o vapor de água presente na atmosfera de Vênus pudesse ser condensada, formar-se-ia um lago raso pelo planeta, com meros 3 cm de profundidade.
Mas pode ter havido semelhanças também na água - pelo menos no passado. Há bilhões de anos, Vênus tinha provavelmente muito mais água: a Vênus Express confirmou que o planeta perde uma grande quantidade de água para o espaço.
Isto acontece porque a radiação ultravioleta do Sol atravessa a atmosfera de Vênus, quebrando as moléculas em dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio. E estes átomos acabam escapando para o espaço.
Esse processo de "vazamento da atmosfera" também acontece na Terra - veja Milhares de toneladas da atmosfera são perdidas no espaço anualmente.
A Vênus Express mediu a taxa com que estes gases escapam de Vênus e confirmou que a taxa de escape do hidrogênio é duas vezes superior à do oxigênio. Foi esta relação de dois para um, a mesma proporção entre átomos de hidrogênio e oxigênio na molécula de água, que fez os cientistas concluírem que a água é a fonte desses íons que vazam do planeta para o espaço.
Oceanos de Vênus
Adicionalmente, eles verificaram que uma forma de hidrogênio pesado, chamado deutério, está tendo sua concentração progressivamente nas camadas mais elevadas da atmosfera de Vênus, já que, para o hidrogênio pesado, não é tão fácil escapar.
"Tudo indica que tenha havido grandes quantidades de água em Vênus, no passado," diz Colin Wilson, da Universidade de Oxford, no Reino Unido.
Mas isto não significa, necessariamente, que tenha havido oceanos na superfície do planeta.
Eric Chassefière, da Universidade Paris-Sud, na França, desenvolveu um modelo computacional que sugere que a água tenha sido abundante sobretudo na atmosfera, e apenas em tempos muito primitivos, quando a superfície do planeta estava totalmente fundida.
À medida que as moléculas de água se separavam em átomos, pela ação da luz do Sol, e escapavam para o espaço, a consequente queda na temperatura desencadeou provavelmente a solidificação da superfície. Em outras palavras: Vênus provavelmente nunca teve oceanos.
Vida em Vênus
Apesar de ser difícil testar esta hipótese, esta é uma questão essencial. Se Vênus algum dia teve tido água na superfície, seria possível que o planeta tivesse passado por uma fase inicial de habitabilidade para formas de vida semelhantes às da Terra atual.
Mesmo estando correto, o modelo de Chassefière não exclui a hipótese de que cometas que colidem com o planeta tenham trazido água adicional depois da superfície de Vênus ter cristalizado, criando zonas com água em que vida tivesse tido condições para se formar.
Há muitas questões em aberto. "São precisos modelos mais extensos do sistema magma oceano e atmosfera e da sua evolução para que se perceba a evolução do jovem planeta Vênus," diz Chassefière.
Postado por Fabio Martins às 09:09 0 comentários
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"A estrela que comeu meu planeta" pode soar como título de um filme de ficção científica classe B, mas é exatamente isto o que está acontecendo a 600 anos-luz de distância da Terra.Postado por Fabio Martins às 11:57 0 comentários
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Fugir a 400 mil kilômetros por hora essa foi a maneira que uma estrela achou de fugir de sua "casa" a nebulosa 30 Duradus. Com essa velocidade dava pra levar e ida e volta o homem a Lua em 2 horas.Postado por Fabio Martins às 10:52 1 comentários
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Em épocas geológicas passadas, houve intensa atividade vulcânica, hoje não existem mais vulcões ativos no Brasil. Nosso país foi palco de diversas atividades vulcânicas, a mais recente ocorreu na Era Cenozóica (Terciário), levando à formação das nossas ilhas oceânicas, tais como Trindade, Fernando de Noronha, Penedo de São Pedro e São Paulo.Postado por Fabio Martins às 21:50 0 comentários
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Postado por Fabio Martins às 21:10 0 comentários
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Postado por Fabio Martins às 20:52 0 comentários
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O artigo é de autoria do doutorando Apiano Morais, do Prof. José Soares de Andrade Júnior (Programa de Pós-Graduação em Física da UFC) e de pesquisadores do Instituto Federal de Tecnologia de Zurich, na Suíça.
O trabalho, intitulado "Non-newtonian fluid through three-dimensional disordered porous media" ("Escoamento de fluidos não-Newtonianos através de meios porosos de-sordenados tridimensionais"), é inédito e diz respeito às áreas de fluidodinâmica e física computacional. Foi submetido em maio deste ano e selecionado para publicação naquele periódico, um dos mais importantes do mundo nesse ramo do conhecimento. Os re-sultados do estudo sobre esse tipo de fluido em meio poroso têm aplicação em pes-quisas sobre petróleo, sangue e até na fabricação de utensílios de segurança, como coletes à prova de balas.
O Programa de Pós-Graduação em Física da UFC tem alcançado alto índice de publicação em veículos internacionais de divulgação científica. Atualmente, é avaliado com o conceito 6 pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), em uma escala onde o conceito máximo é 7.
Fonte: Universidade federal do Ceará
Postado por Fabio Martins às 13:51 0 comentários
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terem fracassados redondamente?"Postado por Fabio Martins às 12:19 0 comentários
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ta nos planctos, como algas e cianobacterias. Em grande densidade,esses organismos podem deixar a agua avermelhada.Provavelmente, o mar vermelho recebeu esse nome por causa deste fenômeno.Postado por Fabio Martins às 20:16 0 comentários
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Postado por Fabio Martins às 18:56 0 comentários
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Em 12 de abril de 1961, os soviéticos lavraram novo tento. Yuri Gagarin tornou-se o primeiro homem a viajar em órbita em torno do planeta. A viagem durou pouco mais de uma hora. E Gagarin transformou-se em herói nacional.
No mesmo ano, 1961, o presidente John Kennedy, dos Estados Unidos, declarou que em dez anos um americano pousaria na Lua. "We choose to go to the moon in this decade and do the other things, not because they are easy but because they are hard", disse o presidente na ocasião.
Oito anos se passaram e a viagem à Lua iniciou-se numa quarta ensolarada no dia 16 de julho de 1969, às 9:32 da manhã, no complexo 39 da plataforma de lançamento A, no Kennedy Space Center, Flórida, EUA, com o lançamento da Apolo XI.
Quatro dias mais tarde, em 20 de julho de 1969, exatamente às 23 horas, 56 minutos e 20 segundos de Brasília, o astronauta americano Neil Armstrong, 38 anos, entrava para a história como o primeiro homem a pisar na Lua e avistar a Terra de lá. A bordo da nave Apolo XI, ele, Edwin Aldrin, conhecido como "Buzz" (zumbido) e Michael Collins cumpriram a missão de alunissar (aterrisar na Lua) após levantarem vôo em 16 de julho.
Como comandante da Apolo XI, Armstrong pilotou o módulo lunar com Aldrin, enquanto Collins permaneceu no outro módulo em órbita lunar. Por quase duras horas e meia, os dois coletaram amostras do solo, fizeram experimentos e tiraram fotografias.
O mundo inteiro permaneceu em alerta naquele dia. Nada menos que 850 jornalistas de 55 países registraram o acontecimento. E estima-se que cerca de 1,2 bilhão de pessoas testemunhavam via satélite a alunissagem, considerada impossível tempos atrás. Muitos, inclusive, ainda duvidam de que tal fato tenha realmente acontecido, mesmo com tantas outras missões tripuladas que se lançaram no espaço, após Armstrong ter colocado seu pé esquerdo, coberto pela bota azul, no chão fino e poroso do solo lunar.
Os astronautas voltaram à Terra no dia 24 de julho de 1969, chegando com 30 segundos de atraso, e foram recebidos como heróis. Desde então, os satélites têm revolucionado os sistemas de comunicação e há naves não tripuladas viajando para além dos limites do sistema solar.
Postado por Fabio Martins às 18:26 0 comentários
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Ataque DDOSPostado por Fabio Martins às 15:19 0 comentários
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Agora, observações com o telescópio de raios-X Chandra conseguiram desvendar esses mistérios. Em uma conferência alardeada coma a que revelaria mistérios do início do Universo, J. Geach, da Universidade de Durham, conseguiu mostrar que as bolhas não passam de um dos estágios de formação de galáxias ocorridos no início do Cosmos.
De acordo com os modelos, as galáxias se formam quando o gás é atraído pela ação da gravidade e acaba esfriando ao emitir radiação. Este processo para quando o gás que está em queda ainda é aquecido pela radiação da própria galáxia e dos buracos negros que nela se formam. A suspeita até agora era que essas bolhas representassem um desses estágios, o de captura de matéria ou o de repulsão do gás. Beleza – mas entre um estágio e outro a diferença é de meros bilhões de anos.
Postado por Fabio Martins às 16:27 0 comentários
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Postado por Fabio Martins às 14:00 0 comentários
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